O uso de tablets e celulares para registro de ponto por reconhecimento facial parece moderno, prático e econômico. Porém, o que muitos gestores não sabem é que esses dispositivos possuem falhas sérias de segurança, especialmente porque utilizam apenas câmeras comuns (RGB), que não são capazes de detectar prova de vida real. Essa limitação abre margem para fraudes internas, inconsistências no controle de jornada e até contestação jurídica por advogados trabalhistas, que podem alegar que o sistema não garante que o registro foi feito pela pessoa correta.
O problema central: tablets e celulares usam câmeras comuns, vulneráveis a fraudes
Tanto tablets quanto smartphones utilizam câmeras voltadas para fotografia, não para biometria. Isso significa que:
- não reconhecem profundidade real do rosto;
- não detectam textura subcutânea;
- não conseguem identificar circulação sanguínea;
- não oferecem prova de vida confiável;
- não rejeitam fotos, selfies ou vídeos usados como tentativa de fraude.
Na prática, isso significa que o colaborador poderia:
- tirar uma foto do próprio rosto;
- usar o celular de um colega;
- exibir uma imagem na tela para burlar o registro.
A câmera do tablet ou celular não é capaz de diferenciar uma pessoa real de uma foto plana.
Consequências diretas: risco jurídico para a empresa
Quando um sistema de ponto permite registro por foto, vídeo ou imagem digital, ele se torna um alvo fácil para contestações judiciais. Há situações em que advogados trabalhistas de ex-colaboradores solicitaram perícia ou contestaram registros de ponto alegando que:
- o sistema utilizado permitia registro por imagem;
- não havia prova de vida;
- o dispositivo não tinha infravermelho;
- os registros não eram totalmente confiáveis.
O argumento é forte: se o sistema não garante que quem registrou o ponto era o trabalhador, a validade do registro pode ser questionada. Isso pode resultar em reversão de faltas, atrasos ou saídas antecipadas; reivindicação de horas extras; questionamento de banco de horas; aumento de passivos trabalhistas e invalidação parcial do controle adotado. Em resumo: o barato pode sair muito caro.
Por que a tecnologia infravermelha faz diferença?
Diferente de tablets e celulares, os equipamentos profissionais com câmera infravermelha são projetados exclusivamente para biometria facial segura. A câmera IR identifica:
- profundidade real (3D) — reconhece volume e estrutura do rosto humano;
- textura da pele e microdetalhes subcutâneos — algo impossível de simular com uma imagem;
- presença de sangue sob a pele — a luz infravermelha interage com tecidos vivos, garantindo prova de vida;
- padrões térmicos e movimentos naturais — reforçando a verificação biométrica.
Essas tecnologias tornam o sistema à prova de fraude por foto, imagem digital ou vídeo.
Tablet e celular x equipamento profissional infravermelho: a diferença crítica
Tablet / celular (câmera comum RGB)
- Sem prova de vida;
- Não detecta profundidade;
- Vulnerável a fotos e vídeos;
- Pode ser facilmente contestado judicialmente;
- Pode gerar passivo trabalhista;
- Não é feito para controle de ponto seguro.
Equipamento facial profissional com infravermelho
- Detecta pessoa viva (prova de vida real);
- Mapeamento 3D do rosto;
- Rejeita fotos, vídeos e imagens digitais;
- Protege juridicamente a empresa;
- Reduz risco trabalhista;
- Garante confiabilidade total dos registros.
O problema oculto: tablets e celulares também armazenam informações de forma vulnerável
Além da câmera fraca, tablets e celulares têm outro problema: apps podem ser desinstalados; dados podem ser apagados; backups podem falhar; o funcionário pode alegar inconsistência na tecnologia; o equipamento não possui memória própria e inviolável. Isso significa que, além de permitir fraude, o tablet não oferece garantia de integridade do registro, o que pode ser questionado em uma disputa trabalhista.
A solução definitiva: reconhecimento facial profissional com memória inviolável
Equipamentos profissionais de ponto facial — como os produzidos pela Evo Sistemas — utilizam tecnologia dedicada, incluindo:
- Memória inviolável e inapagável (garantia digital): todos os registros são gravados em um módulo de segurança interno, blindado, que não pode ser editado, apagado, manipulado ou sobrescrito, garantindo autenticidade e integridade absoluta.
- Biometria facial com prova de vida real: a câmera infravermelha garante que somente a pessoa real, em frente ao equipamento, consiga registrar o ponto.
- Blindagem jurídica para a empresa: com prova de vida e memória inviolável, a empresa passa a ter registros incontestáveis, rastreabilidade completa, segurança jurídica real, proteção contra ações trabalhistas infundadas e redução de passivos futuros.
Conclusão: tablet e celular não são dispositivos de ponto — e expõem a empresa a riscos
Ao contrário de equipamentos profissionais, tablets e celulares não foram feitos para controle de ponto seguro. Faltam sensores, faltam proteções, falta prova de vida e falta memória segura. Já os equipamentos faciais profissionais com infravermelho e memória inviolável oferecem:
- segurança biométrica real;
- proteção contra fraudes;
- registros confiáveis;
- rastreabilidade total;
- blindagem jurídica;
- tranquilidade para empregador e RH.