A bomba‑relógio do ponto por celular: alerta do advogado trabalhista

Entenda por que obrigar o uso de celular particular no registro de ponto é uma bomba‑relógio trabalhista, gerando passivo coletivo e ações judiciais.
Por Equipe Evo — Publicado em

Nos últimos anos, tornou‑se comum observar empresas adotando, de maneira indiscriminada, o registro de ponto via aplicativo instalado no celular particular do empregado. À primeira vista, parece uma solução prática e moderna. Porém, sob o olhar jurídico — e especialmente sob a análise crítica de um advogado trabalhista — trata‑se de uma prática arriscada, geradora de passivo e frequentemente ignorada pelo empresariado.

E é exatamente nessa negligência corporativa que reside a grande oportunidade de reivindicação coletiva pelos trabalhadores.

A ilegalidade silenciosa: empresa transfere custos ao empregado

A CLT é clara ao estabelecer, no seu art. 2º, que os riscos do negócio pertencem exclusivamente ao empregador. Quando uma empresa:

  • obriga o colaborador a utilizar seu próprio celular,
  • exige uso de dados móveis pessoais,
  • instala aplicativos corporativos para controle de jornada ou rotinas internas,

ela está transferindo custos do empreendimento ao empregado — conduta rechaçada pela Justiça do Trabalho. Do ponto de vista jurídico, é um caso clássico de indenização obrigatória.

E quando isso ocorre com todos os colaboradores, a irregularidade deixa de ser pontual e passa a ser massiva — criando um ambiente perfeito para ações coletivas e grandes condenações.

A oportunidade para ações coletivas: causas com ganho praticamente certo

Do ponto de vista de um advogado trabalhista, a adoção generalizada do ponto mobile no celular do trabalhador, sem pagamento de ajuda de custo mensal, é uma situação que:

  • viola princípio basilar da CLT,
  • gera prova documental fácil,
  • afeta todos os empregados da empresa,
  • resulta em indenizações previsíveis e padronizáveis,
  • abre portas para ações coletivas extremamente vantajosas.

Para o trabalhador, é direito. Para o advogado, é causa ganha. Para a empresa, é passivo certo.

Os tribunais têm condenado empresas a pagar indenizações mensais por uso do celular pessoal, frequentemente entre R$ 30,00 e R$ 100,00 por funcionário/mês, somados retroativamente aos últimos cinco anos.

Faça a conta: uma empresa com 100 funcionários pode enfrentar uma condenação superior a R$ 300.000,00, considerando correção, juros e custas.

O passivo trabalhista oculto: “custo invisível” que destrói o caixa

O maior problema para a empresa não é a condenação em si — é que se trata de um custo não provisionado, inesperado e que impacta diretamente o fluxo de caixa e o planejamento financeiro. Esse tipo de passivo:

  • não aparece no demonstrativo contábil,
  • cresce a cada mês,
  • só explode quando judicializado,
  • pode gerar efeito cascata em toda a folha de pagamento,
  • muitas vezes leva empresas à renegociação ou reestruturação.

Em outras palavras: é a pior espécie de passivo — o passivo invisível. E tudo isso poderia ser evitado com um simples ajuste no método de registro de ponto.

A solução inteligente: relógio de ponto Evo Facial

Enquanto muitos empregadores insistem em economizar no lugar errado, existe uma solução simples, moderna e juridicamente blindada: o relógio de ponto Evo Facial. Ele oferece:

  • registro instantâneo,
  • segurança biométrica,
  • conformidade total com a legislação,
  • eliminação do uso do celular pessoal,
  • zero risco de ações coletivas por transferência de custos.

E o dado mais surpreendente: seu custo mensal é de, no máximo, R$ 100,00 por unidade. Ou seja, mais barato do que qualquer indenização e infinitamente mais seguro do que apostar no ponto mobile via celular particular.

Conclusão: evitar o problema é mais barato que enfrentar uma ação coletiva

Do ponto de vista jurídico, manter o registro de ponto pelo celular pessoal sem pagamento de indenização é prática ilegal, passivo certo e causa praticamente perdida, além de porta escancarada para ações trabalhistas individuais e coletivas. Do ponto de vista estratégico, o relógio de ponto Evo Facial é a solução mais segura, moderna e financeiramente inteligente — trazendo segurança jurídica imediata e eliminando completamente o risco de futuras condenações.

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